Diogo Lopes
Sonoplastia
Trilha Sonora
Seja em um palco de teatro, em um espetáculo de dança ou seja no cinema, a música é parte fundamental para a composição de uma cena. A partir da sonoplastia, as paisagens sonoras ambientam e transportam o espectador para dentro da cena. As músicas, diegéticas ou não, apelam para os nossos sentidos, afloram nossas emoções e nos ajudam a reforçar a mensagem cênica. Simbolicamente ou diretamente, a trilha sonora estabelece a comunicação por meio dos sons, palavras e vibrações. O espaço a seguir será dedicado à divulgação de alguns trabalhos de sonoplastia, paisagens sonoras e a composição de trilhas sonoras que foram realizadas para o teatro, para a dança ou para o audiovisual.
Cordel do Amor Sem Fim
O espetáculo “Cordel do Amor Sem Fim” com texto de Cláudia Barral e direção de Samuel Santos contou com diversas temporadas que cumpriu nos principais teatros da capital pernambucana e sua circulação pelos principais festivais internacionais e nacionais de teatro do Brasil como: Festival Internacional de Londrina (PR), Brasília Cena Contemporânea (DF), Porto Alegre em Cena (RS), Festival BNB de Artes Cênicas (CE), Bienal Nacional Potiguar de Teatro (RN), Festival Internacional de teatro de Angra (RJ) e Janeiro de Grandes Espetáculos (PE).
Uma proposta improvável de casamento transforma a vida de Teresa, de sua família e da cidade que ela habita
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O Espetáculo é detentor do prêmio de Melhor Sonoplastia pelo festival Janeiro de Grandes Espetáculos (Recife/2011). Alem deste, o grupo tambem recebeu outras 15 indicações e 07 prêmios, dentre eles melhor atriz; melhor atriz coadjuvante; melhor ator; melhor direção e melhor cenário. A montagem teatral fez circulação nacional em 2012 através dos prêmios de dois editais nacionais o "Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz" e o Prêmio "Procultura de Estimulo ao Circo, Dança e Teatro."
Jam Session de contato e improvisação
O termo "Jam" vem da expressão Jazz After Midnight, quando os músicos de jazz americanos passaram a se encontrar depois do trabalho para improvisar livremente. Depois o termo "Jam Session" passou a ser usado também para os encontros de práticas livres de dança, contato e improvisação.
Sendo assim, as Jams de dança são abertas ao público em geral, num espaço para o livre improviso de movimentos a partir do contato corporal. Um espaço de experimentações que promove compartilhamentos de criadores e público, num diálogo entre corpos, estimulando a pesquisa prática em dança e propiciando novas vivências aos moventes, tenham ou não experiência na arte do movimento.
A programação do Contato Coletivo – III Encontro de Contato Improvisação de Pernambuco, realizado pelo Coletivo Lugar Comum (PE), reúne pesquisadores do movimento, entre dançarinos amadores e profissionais e terapeutas corporais de várias partes do Brasil e de outros países da América do Sul. Gratuitas e abertas ao público de todas as idades, inclusive crianças, as oficinas e práticas corporais contam com música ao vivo, improvisada pelo trio Eudes Ciriano (DJ Incidental), o multi-instrumentista Diogo Lopes e Kamila Souza empresta seu piano e sua voz para compor a trilha sonora.
A terceira edição do Contato Coletivo – Encontro de Contato Improvisação de Pernambuco é um convite a fortalecer a rede e recriar espaços de diálogos, de compartilhamentos, de investigação, de convivência, de parcerias e de afetos, onde o corpo é o suporte de todos os acontecimentos, em toda sua dimensão rítmica, poética, holística, material e singular. Um convite para dançar a experiência no tempo do instante, onde entrega e resistência, permanência e movimento se tocam e se expandem.
A palavra da sombra
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O espetáculo passa por diversos lugares e tempos, trazendo vários aspectos possíveis de um diálogo com nossas sombras/espectros pessoais e culturais: Um palhaço/minotauro que fala dos seus labirintos; uma velha travestida de homem que evoca suas memórias; o estado onírico onde o inconsciente nos traz imagens intensas e de difícil enquadramento lógico; a embriaguez, a loucura, etc. O trabalho é resultado de uma pesquisa de dois anos a respeito do mito do minotauro e seu labirinto, desenvolvida por Anamaria Sobral, em sua primeira direção, e Márcio Carneiro (ator e produtor).
O texto, produzido ao longo da pesquisa e dos ensaios, explora essas associações, e traça analogias entre o minotauro e Hamlet, entre Ariadne e Ofélia, entre as muitas formas de contar e recontar a procura incessante de algo que nos escapa.
Para Anamaria Sobral (também autora do texto), o objetivo do trabalho é: “criar um espaço para ouvir os ecos que nos falam da sombral”. Márcio Carneiro cita Cortázar, quando afirma que “só há um meio de matar os monstros, aceitá-los”.
Terra Queimada
Num rancho qualquer, figuras desgraçadas de uma casta inferior vivem suas misérias entre o confinamento e o devir sob o peso do sol. O que finca os pés na terra, o que cai em desatino, o desenganado, o errante, a que ferve em duas. O que pulsa para além do rancho e do tempo? Uma história que fala do homem e suas zonas escuras, dilaceradas e encantadas. O homem e sua costura entre o territorial e o errante.
Terra Queimada foi o texto mais premiado do dramaturgo pernambucano Aristóteles Soares (1910 - 1989). A direção é de Ivan Ferreira e no elenco estão Ana Dulce Pacheco, Aryella Lira, Daniel Barros, Durval Cristóvão, Marinho Falcão e Rodrigo Félix. A composição e direção musical é de Diogo Lopes.
"Quase todo mundo vive de lembranças…Quando não vive disso, vive de esperanças”

Transposição
Experimentação apresentada como Trabalho de Conclusão do Curso de Cinema e Audiovisual da UFPE, no primeiro semestre do ano de 2014.
Ficha técnica:
Roteiro-Direção-Produção-Direção de Arte: Yanna Luz
Direção de Fotografia e Montagem: Alan Tonello
Produção: Ariana Gondim, Diogo Lopes, Paula Riff
Assistência de Arte: Germana Glasner
Som direto: Nicolau Domingues
Trilha sonora: Diogo Lopes
Elenco: Mayara Millane, Juliana da Silva, Orunmillá Santana, Renata Vieira
Dentro da cidade: um. Dentro de um: vida morte tempo.




















