Diogo Lopes
Música e Produção Fonográfica
Parcerias Harmônicas
Luciano Magno
Luciano Magno é guitarrista, compositor, cantor, arranjador e produtor musical. Sua música traz uma representatividade marcante para a guitarra brasileira, transitando com muita fluência no universo do samba, da bossa, do choro, do baião e sobretudo na conexão entre o frevo e o jazz, que é a sua principal característica. O frenético ritmo pernambucano é mostrado de uma forma moderna, sofisticada e empolgante, utilizando-se de harmonias elaboradas e trato rítmico especial.
Caapora
Formada em 2008, a banda pernambucana Caapora tem suas raízes mais profundas fincadas em solo amazônico, mas seus galhos atingem esferas universais. Integrada por sete marmanjos de espírito jovial, a banda mistura as mais diversas referências musicais em um grande caldeirão sonoro, onde o caldo é grosso e o tempero é forte.
As influências vêm das bandas de pífanos do Agreste do estado, da música jamaicana, passando pelo afrobeat nigeriano, o rock progressivo europeu e os movimentos de contracultura da década de 70, como o Tropicalismo e o Movimento Armorial. Em Tupi Guarani, Caapora significa “aquele que vive na mata”, esses sete rapazes viventes da selva urbana sintetizaram na sua musicalidade elementos dos gêneros contemporâneos e da música tradicional brasileira, promovendo brincadeiras rítmicas e sensoriais, com estilos que vão do jazz ao baião, da bossa nova ao dub.
http://www.verdevinganca.com/
Laís Senna
Cantora, atriz e bailarina, Laís Senna já se apresentou em importantes eventos do calendário festivo de Pernambuco, como no São João de Recife, de Arcoverde e no Festival de Inverno de Garanhuns. A artista mistura frevo e forró com um repertório autoral e já fez participação com uma extensa lista de artistas da cena pernambucana.
Juba, Lais Senna e Forró Escaletado
se apresentam no programa É na Pisada!
Especial de São João da TVU Recife.
Programa gravado na Casa Estação da Luz,
em junho de 2023.
Tainahakã
Nascido em Petrolina, no sertão pernambucano, filho de um artesão e de uma professora, se fez da simplicidade e nela encontra sua inspiração. Por profissão é músico, sina que o escolheu, talvez por “destino”, talvez por um capricho do acaso.
Show de Primavera (Tainahakã)
Gravação, edição e bateria / Diogo Lopes
Baixo / Alexandre Xaréu
Voz e guitarra / Tainahakã
Patrícia Solis
Morabeza é o EP da cantora e compositora Patrícia Solis. Acompanhada por violão (Rodrigo Cavalcante) e percussão (Diogo Lopes), num show intimista de pré-lançamento, a cantora interpreta, com teatralidade, canções cuja tônica é a melancolia, a saudade, o romantismo. O repertório é formado por músicas autorais e de compositores como Juliano Holanda e Zé Manoel, Publius, além da versão de "Canto em Qualquer Canto", de Ná Ozzetti e Itamar Assumpção. O EP foi produzido por Buguinha Dub e o show tem a direção de cena de Eric Valença e da própria cantora.




Xote Marley




Xote Marley, que faz releituras de hits de artistas como Michael Jackson, Bee Gees, Pink Floyd, Nirvana, e, claro, Bob Marley, em ritmo de forró. A banda também inclui em seu repertório clássicos do forró como Alceu Valença e Luiz Gonzaga.
Sonoplastia
Seja em um palco de teatro, em um espetáculo de dança ou seja no cinema, a música é parte fundamental para a composição de uma cena. A partir da sonoplastia, as paisagens sonoras ambientam e transportam o espectador para dentro da cena. As músicas, diegéticas ou não, apelam para os nossos sentidos, afloram nossas emoções e nos ajudam a reforçar a mensagem de uma cena. Simbolicamente ou diretamente, a trilha sonora estabelece a comunicação por meio dos sons, palavras e vibrações. O espaço a seguir será dedicado à divulgação de alguns trabalhos de sonoplastia, paisagens sonoras e a composição de trilhas sonoras que foram realizadas para o teatro, para a dança ou para o audiovisual.
![]() |
|---|
![]() |
![]() .jpg |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
Cordel do Amor Sem Fim
Uma proposta improvável de casamento transforma a vida de Teresa, de sua família e da cidade que ela habita
O espetáculo “Cordel do Amor Sem Fim” com texto de Cláudia Barral e direção de Samuel Santos contou com diversas temporadas que cumpriu nos principais teatros da capital pernambucana e sua circulação pelos principais festivais internacionais e nacionais de teatro do Brasil como: Festival Internacional de Londrina (PR), Brasília Cena Contemporânea (DF), Porto Alegre em Cena (RS), Festival BNB de Artes Cênicas (CE), Bienal Nacional Potiguar de Teatro (RN), Festival Internacional de teatro de Angra (RJ) e Janeiro de Grandes Espetáculos (PE).
O Espetáculo é detentor do prêmio de Melhor Sonoplastia pelo festival Janeiro de Grandes Espetáculos (Recife/2011). Alem deste, o grupo tambem recebeu outras 15 indicações e 07 prêmios, dentre eles melhor atriz; melhor atriz coadjuvante; melhor ator; melhor direção e melhor cenário. A montagem teatral fez circulação nacional em 2012 através dos prêmios de dois editais nacionais o "Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz" e o Prêmio "Procultura de Estimulo ao Circo, Dança e Teatro."
![]() download (1).jpg |
|---|
![]() palavra.jpg |
![]() download.jpg |
Para Anamaria Sobral (também autora do texto), o objetivo do trabalho é: “criar um espaço para ouvir os ecos que nos falam da sombral”. Márcio Carneiro cita Cortázar, quando afirma que “só há um meio de matar os monstros, aceitá-los”.
A Palavra da Sombra
O espetáculo passa por diversos lugares e tempos, trazendo vários aspectos possíveis de um diálogo com nossas sombras/espectros pessoais e culturais: Um palhaço/minotauro que fala dos seus labirintos; uma velha travestida de homem que evoca suas memórias; o estado onírico onde o inconsciente nos traz imagens intensas e de difícil enquadramento lógico; a embriaguez, a loucura, etc.
O trabalho é resultado de uma pesquisa de dois anosa respeitodo mito do minotauro e seu labirinto, desenvolvida por Anamaria Sobral, em sua primeira direção, e Márcio Carneiro (ator e produtor). O texto, produzido ao longo da pesquisa e dos ensaios, explora essas associações, e traça analogias entre o minotauro e Hamlet, entre Ariadne e Ofélia, entre as muitas formas de contar e recontar a procura incessante de algo que nos escapa.
Jam Session de contato e improvisação
O termo "Jam" vem da expressão Jazz After Midnight, quando os músicos de jazz americanos passaram a se encontrar depois do trabalho para improvisar livremente. Depois o termo "Jam Session" passou a ser usado também para os encontros de práticas livres de dança, contato e improvisação.
Sendo assim, as Jams de dança são abertas ao público em geral, num espaço para o livre improviso de movimentos a partir do contato corporal. Um espaço de experimentações que promove compartilhamentos de criadores e público, num diálogo entre corpos, estimulando a pesquisa prática em dança e propiciando novas vivências aos moventes, tenham ou não experiência na arte do movimento.
A programação do Contato Coletivo – III Encontro de Contato Improvisação de Pernambuco, realizado pelo Coletivo Lugar Comum (PE), reúne pesquisadores do movimento, entre dançarinos amadores e profissionais e terapeutas corporais de várias partes do Brasil e de outros países da América do Sul. Gratuitas e abertas ao público de todas as idades, inclusive crianças, as oficinas e práticas corporais contam com música ao vivo, improvisada pelo trio Eudes Ciriano (DJ Incidental), o multi-instrumentista Diogo Lopes e Kamila Souza empresta seu piano e sua voz para compor a trilha sonora.
A terceira edição do Contato Coletivo – Encontro de Contato Improvisação de Pernambuco é um convite a fortalecer a rede e recriar espaços de diálogos, de compartilhamentos, de investigação, de convivência, de parcerias e de afetos, onde o corpo é o suporte de todos os acontecimentos, em toda sua dimensão rítmica, poética, holística, material e singular. Um convite para dançar a experiência no tempo do instante, onde entrega e resistência, permanência e movimento se tocam e se expandem.
Terra Queimada
Terra Queimada foi o texto mais premiado do dramaturgo pernambucano Aristóteles Soares (1910 - 1989). A direção é de Ivan Ferreira e no elenco estão Ana Dulce Pacheco, Aryella Lira, Daniel Barros, Durval Cristóvão, Marinho Falcão e Rodrigo Félix. As composições e a direção musical é de Diogo Lopes.
Num rancho qualquer, figuras desgraçadas de uma casta inferior vivem suas misérias entre o confinamento e o devir sob o peso do sol. O que finca os pés na terra, o que cai em desatino, o desenganado, o errante, a que ferve em duas. O que pulsa para além do rancho e do tempo? Uma história que fala do homem e suas zonas escuras, dilaceradas e encantadas. O homem e sua costura entre o territorial e o errante.
"Quase todo mundo vive de lembranças…
Quando não vive disso, vive de esperanças”

Transposição
Dentro da cidade: um.
Dentro de um: vida morte tempo.
Experimentação apresentada como Trabalho de
Conclusão do Curso de Cinema e Audiovisual, na UFPE
de Yanna Luz no primeiro semestre do ano de 2014.
Ficha técnica:
Roteiro - Direção - Produção - Direção de Arte: Yanna Luz
Direção de Fotografia e Montagem: Alan Tonello
Produção: Ariana Gondim, Diogo Lopes, Paula Riff
Assistência de Arte: Germana Glasner
Som direto: Nicolau Domingues
Trilha sonora: Diogo Lopes
Elenco: Mayara Millane, Juliana da Silva,
Orunmillá Santana, Renata Vieira



















